terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O Vampiro

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Seus olhos eram como os de um felino
Um vermelho ardente que contrastava com sua pele branca
Atraiu-me para perto. Aquilo era muito perigoso
Entretanto, eu não posso fugir

Suas presas longas pareciam com lâminas afiadas
Prontas para dilacerar meu pescoço
Ele chegou mais perto
E eu recuperei meu fôlego
Entretanto, eu não posso fugir

Eu congelei como um animal que está prestes a morrer
Estava presa
Ele é um vampiro
E eu sou sua presa
Entretanto, eu não posso fugir

1 comentários:

Andreia disse...

A sensação de impotência, é tão agradável que supera o perigo. Fugir jamais! Pagamos para ver o que da ,seja o que for.

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