Amante profana
liberando o caos que há em mim
aceitando o cálice de sangue
beijo da morte,
liberando o caos que há em mim
aceitando o cálice de sangue
beijo da morte,
labios envenenados
lascivia,
lascivia,
desejos profanos
um sombrio conto de fadas
à beira do paraíso
mas o abismo se abre diante de mim
escuridão que devora tudo
o sol encoberto, último eclipse
liberta a lúxuria sobre a Terra
inocência e pureza são sacrificados
sedução da Succubus.
um sombrio conto de fadas
à beira do paraíso
mas o abismo se abre diante de mim
escuridão que devora tudo
o sol encoberto, último eclipse
liberta a lúxuria sobre a Terra
inocência e pureza são sacrificados
sedução da Succubus.
2 comentários:
Que palavras são essasque escorrem feito sangue lascivo pela pele ardente?
Ótimo poema!
Para quem ousa viver em sangue e lágrimas a obscuridade é sua amante. Succubii entendem de prazer mas não de sedução, refletem apenas o que temos enquanto a verdadeira escuridão absorve e nada repele - Ai está a intrinseca beleza de ser um Rastejante Noturno.
Carpe Noctem, mon ami.
Postar um comentário