Infância
todos vão embora
não me importo
não consigo estender minha mão para eles
quero ser eu mesmo
deixando tudo para trás
com algo ainda queimando por dentro
ainda perseguindo um arco-íris
rindo das estrelas
alcançando o pôr-do-sol
ainda um tolo
não procuro abrigo contra a chuva
as gotas me golpeiam
lavam o veneno,
me sinto vivo.
não me importo
não consigo estender minha mão para eles
quero ser eu mesmo
deixando tudo para trás
com algo ainda queimando por dentro
ainda perseguindo um arco-íris
rindo das estrelas
alcançando o pôr-do-sol
ainda um tolo
não procuro abrigo contra a chuva
as gotas me golpeiam
lavam o veneno,
me sinto vivo.
3 comentários:
How sweet...
Oi! estas doces palavras tocou á minha alma. Estou maravilhada com o que eu tenho lido no contos perpetuos. Descobri um novo eu. Obrigada á todos.
Obrigado pelas palavras tão gentis, elas são um grande incentivo e apoio, e esta a magia da palavras conseguir conectar as pessoas.
^^
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